Arteterapia com Mandalas: Como Usar no Processo Terapêutico

 A arteterapia com mandalas ocupa um lugar singular entre as práticas expressivas. Não se trata de colorir por lazer, nem de uma técnica de adivinhação. Trata-se de um recurso clínico estruturado, com raízes na psicologia analítica de Carl Gustav Jung e uma tradição brasileira consolidada a partir do trabalho de Nise da Silveira. Para o profissional de saúde mental, a mandala é uma ferramenta de acesso ao material psíquico que a palavra, sozinha, nem sempre alcança.

Este artigo é um guia para terapeutas, psicólogos, arte-educadores e estudantes que desejam compreender como a mandala se insere no processo terapêutico. Vou apresentar as bases históricas e conceituais, o que a pesquisa científica mostra — e o que ainda não mostra —, os procedimentos práticos de aplicação, os limites éticos da prática e os caminhos de formação. A proposta não é transformar a mandala em promessa de cura, mas situá-la como recurso complementar dentro de um processo conduzido por profissional habilitado.

Se você está começando pelo estudo das mandalas, vale ler antes o artigo O Guia Completo das Mandalas, que apresenta a visão geral do blog. E se o seu interesse é a relação entre mandalas e sofrimento psíquico, o artigo Mandalas de Cura: Significados e Benefícios traz um panorama complementar.


Mãos desenhando uma mandala circular com lápis de cor sobre mesa de consultório, em ambiente acolhedor
A arteterapia com mandalas insere a criação circular em um processo clínico conduzido por profissional habilitado.

SUMÁRIO

  1. O QUE É ARTETERAPIA COM MANDALAS — E O QUE ELA NÃO É

  2. AS RAÍZES: JUNG, NISE DA SILVEIRA E A TRADIÇÃO BRASILEIRA

  3. O QUE A PESQUISA CIENTÍFICA MOSTRA SOBRE MANDALAS E SAÚDE MENTAL

  4. COMO A MANDALA FUNCIONA NO PROCESSO TERAPÊUTICO

  5. PROCEDIMENTOS PRÁTICOS: DO ENQUADRE À LEITURA SIMBÓLICA

  6. APLICAÇÕES CLÍNICAS: ANSIEDADE, DEPRESSÃO, LUTO E TRAUMA

  7. ÉTICA, LIMITES E FORMAÇÃO PROFISSIONAL

  8. PERGUNTAS FREQUENTES

  9. CONCLUSÃO

1. O QUE É ARTETERAPIA COM MANDALAS — E O QUE ELA NÃO É

A arteterapia é uma prática que utiliza a expressão artística como mediadora do processo terapêutico. Não é aula de arte, nem recreação. É uma intervenção conduzida por profissional habilitado, com objetivos clínicos definidos e enquadre estabelecido. A mandala, dentro desse contexto, é um recurso específico: uma estrutura circular que organiza a expressão e facilita o acesso a conteúdos psíquicos que a fala, sozinha, pode não alcançar.

A distinção entre prática clínica e atividade recreativa

A diferença entre arteterapia com mandalas e uma atividade de colorir em casa não está no material, mas no enquadre. Na arteterapia, há um profissional responsável, um setting definido, uma relação terapêutica estabelecida e um processo de leitura simbólica conduzido com cuidado. O artigo Mandalas para Colorir trata da prática recreativa, que tem valor próprio, mas não é arteterapia.

O que a mandala não é

A mandala não é um teste projetivo padronizado. Não é um instrumento de diagnóstico. Não substitui avaliação psicológica, medicação ou psicoterapia verbal. E não deve ser usada para “revelar” conteúdos que o paciente não está pronto para acessar. Esses limites são fundamentais para a prática ética.

2. AS RAÍZES: JUNG, NISE DA SILVEIRA E A TRADIÇÃO BRASILEIRA

A arteterapia com mandalas não surgiu de uma intuição isolada. Ela se apoia em uma tradição teórica e clínica que atravessa o século XX, com dois nomes centrais: Carl Gustav Jung e Nise da Silveira.

Jung e a mandala como símbolo do self

Jung observou que a mandala aparece espontaneamente em sonhos, desenhos e pinturas de pacientes em momentos de conflito psíquico. Ele a interpretou como símbolo do self — o centro organizador da psique — e como expressão do processo de individuação, a jornada em direção à totalidade psíquica. Em sua autobiografia, Jung relata que só começou a compreender o caminho que precisava percorrer quando começou a pintar mandalas: “a mandala exprime o centro e é a expressão de todos os caminhos: é o caminho que conduz ao centro, à individuação” (JUNG, 2001, p. 174, apud RAFFAELLI, 2009). O artigo Carl Jung e a Psicologia das Mandalas aprofunda essa relação.

Nise da Silveira e a fundação da arteterapia no Brasil

Nise da Silveira (1905–1999) foi a psiquiatra brasileira que revolucionou o tratamento da esquizofrenia ao introduzir ateliês de pintura e modelagem no Centro Psiquiátrico Nacional, no Rio de Janeiro, entre 1944 e 1975. Ela percebeu que as imagens circulares produzidas por seus pacientes correspondiam às mandalas descritas por Jung e enviou algumas delas ao próprio Jung, que confirmou a correspondência. Para Nise, as mandalas eram “símbolos da busca do centro, potencial de autocura psíquica que emerge na esquizofrenia como compensação da dissociação esquizofrênica” (AMENDOEIRA, 2006, apud SILVEIRA, 1981). Seu trabalho deu origem ao Museu de Imagens do Inconsciente e fundou uma tradição brasileira de arteterapia que influencia gerações de profissionais. O artigo Mandalas e Cura: Significados e Benefícios contextualiza essa herança.

3. O QUE A PESQUISA CIENTÍFICA MOSTRA SOBRE MANDALAS E SAÚDE MENTAL

A pesquisa sobre mandalas e saúde mental cresceu nas últimas duas décadas. O que emerge não é a confirmação de um “poder especial” da forma circular, mas um conjunto de evidências preliminares que sustentam seu uso como recurso complementar em contextos específicos.

Ansiedade e depressão em adultos mais velhos

Uma revisão sistemática e metanálise publicada em 2026 reuniu nove ensaios randomizados com 648 participantes de 55 anos ou mais. Os resultados indicaram redução nos sintomas de ansiedade (SMD = −0,95) e depressão (SMD = −1,21) associados a intervenções artísticas baseadas em mandalas. Os autores, no entanto, observaram heterogeneidade substancial entre os estudos (I² = 85% para ansiedade e 84% para depressão) e classificaram a certeza da evidência como muito baixa (LIU et al., 2026). Isso significa que os resultados são promissores, mas não permitem afirmar com segurança a magnitude do benefício nem generalizá-lo para todas as populações.

Ansiedade em contextos específicos

Uma meta-análise publicada em 2025 reuniu 17 estudos com 987 adultos hospitalizados e encontrou redução em medidas de ansiedade (SMD = −2,16) associadas à coloração de mandalas. A heterogeneidade, porém, foi extremamente elevada (I² = 97%), e a certeza da evidência foi classificada como baixa (PEHLIVAN; DALLI, 2026). O artigo Mandalas e Ansiedade detalha esses achados.

O que a evidência ainda não sustenta

A maioria dos estudos tem amostras pequenas, falta de cegamento e heterogeneidade elevada. Não há evidência de que a mandala seja superior a outras formas de expressão artística, nem de que produza efeitos duradouros sobre transtornos psiquiátricos. A arteterapia com mandalas deve ser apresentada como recurso complementar, nunca como substituto de tratamento baseado em evidências.

4. COMO A MANDALA FUNCIONA NO PROCESSO TERAPÊUTICO

A mandala não age por mágica. Age por mecanismos que a teoria e a prática clínica ajudam a compreender — sem que todos estejam comprovados especificamente para a mandala.

Estrutura e contenção

O círculo oferece uma estrutura que contém a expressão. Para pacientes que chegam ao consultório com o caos interno — ansiedade, luto, trauma —, a moldura circular funciona como um continente simbólico. O material psíquico pode ser expresso sem que transborde. Essa função de contenção é um dos principais recursos da mandala no setting clínico.

Atenção e presença

Desenhar ou colorir uma mandala exige atenção visual, escolhas de cores e acompanhamento de contornos. A atividade pode favorecer um estado de absorção semelhante ao que a pesquisa descreve como flow, e alguns estudos associam a coloração a indicadores de mindfulness. Para o paciente, isso se traduz em uma pausa no fluxo de pensamentos repetitivos. O artigo Mandalas e Mindfulness explora essa relação.

Simbolização e acesso ao inconsciente

Na perspectiva junguiana, a mandala é um símbolo do self e um veículo para a circunambulação — o movimento da psique em torno do centro. Ao desenhar, o paciente materializa conteúdos que estavam no plano da imagem, não da palavra. O terapeuta não “interpreta” a mandala como um oráculo; ele acompanha o paciente na leitura do que ele mesmo produziu, pedindo que observe cores, formas e sensações. O artigo A Mandala como Espelho da Alma aprofunda essa perspectiva.

5. PROCEDIMENTOS PRÁTICOS: DO ENQUADRE À LEITURA SIMBÓLICA

A aplicação clínica da mandala exige método. O processo abaixo é uma orientação geral, que deve ser adaptada ao contexto e à formação do profissional.

O enquadre inicial

Antes de propor a atividade, o terapeuta estabelece o enquadre: explica o que será feito, qual o tempo disponível, quais materiais serão usados e como a produção será (ou não) discutida. O paciente deve saber que não precisa “desenhar bem” e que não há certo ou errado. O objetivo é a expressão, não a estética.

A escolha do material

A oferta de materiais é uma decisão clínica. Lápis de cor, canetas, giz pastel e aquarela produzem efeitos diferentes e mobilizam defesas diferentes. Para pacientes mais ansiosos, materiais de controle mais preciso (lápis, canetas) podem ser mais seguros. Para pacientes que precisam de mais fluidez, a aquarela ou o giz podem facilitar a expressão. O artigo Materiais para Desenhar Mandalas detalha as opções.

O convite à criação

O convite pode ser mais ou menos estruturado. Uma mandala para colorir oferece uma estrutura pronta; uma mandala em branco exige mais decisão. O terapeuta escolhe o nível de estrutura conforme o paciente e o momento do processo. Não há uma regra universal.

A leitura simbólica

A leitura da mandala não é interpretação selvagem. O terapeuta não diz “essa cor vermelha significa raiva”. Ele pergunta: “O que você sentiu ao escolher essa cor?”; “O que essa forma lembra?”; “Onde, no seu corpo, você sentiu isso?”. A produção é do paciente, e o sentido também. O terapeuta acompanha, não decifra. Essa postura é consistente com a tradição junguiana de evitar a interpretação e favorecer o contato do paciente com a própria imagem (RAFFAELLI, 2009).


Terapeuta e paciente observando uma mandala recém-desenhada sobre a mesa, em diálogo.
A leitura simbólica da mandala é conduzida pelo paciente, com o terapeuta acompanhando o processo

6. APLICAÇÕES CLÍNICAS: ANSIEDADE, DEPRESSÃO, LUTO E TRAUMA

A arteterapia com mandalas tem sido aplicada em diferentes contextos clínicos. Abaixo, as áreas com maior acúmulo de experiência e pesquisa.

Ansiedade

A ansiedade é a área com maior número de estudos. As evidências, embora de qualidade limitada, sugerem que a coloração de mandalas pode estar associada a reduções em medidas de ansiedade em contextos específicos, como pacientes hospitalizados e adultos mais velhos. O artigo Mandalas e Ansiedade detalha esses achados.

Depressão

A depressão também aparece como alvo de intervenções com mandalas, especialmente em grupos. A revisão de Liu et al. (2026) encontrou redução em medidas de depressão, mas com certeza muito baixa. O artigo Mandalas e Depressão discute as implicações clínicas.

Luto

O luto é uma área em que a mandala pode oferecer um espaço de expressão não verbal para a dor da perda. Um estudo recente com estudantes universitários enlutados utilizou um protocolo de oito semanas de arteterapia grupal com mandalas e observou melhoras em medidas de luto e crescimento pessoal (KIM; LEE, 2025). O artigo Mandalas e o Luto aprofunda o tema.

Trauma

A mandala tem sido usada como intervenção informada pelo trauma, com ênfase na segurança, na não diretividade e no processamento emocional gradual. O artigo Mandalas e Resiliência Emocional explora a relação entre a prática e a capacidade de enfrentamento.

7. ÉTICA, LIMITES E FORMAÇÃO PROFISSIONAL

A arteterapia com mandalas não é uma prática que qualquer pessoa pode conduzir. Ela exige formação específica, supervisão e compromisso ético.

Quem pode aplicar

A arteterapia é uma prática regulamentada em alguns países e, no Brasil, ainda carece de regulamentação federal específica. Na prática clínica, ela é conduzida por psicólogos, psiquiatras, terapeutas ocupacionais e arteterapeutas com formação reconhecida. O uso da mandala como recurso terapêutico deve estar dentro do escopo de prática do profissional. Cursos livres de “terapia com mandalas” não habilitam para o exercício clínico.

Limites de atuação

O terapeuta não deve prometer cura, não deve usar a mandala como instrumento diagnóstico e não deve interpretar conteúdos para os quais não foi treinado. A mandala é um recurso, não um método autônomo de tratamento.

Supervisão e cuidado com o terapeuta

Trabalhar com material simbólico mobiliza conteúdos do próprio terapeuta. Supervisão clínica e trabalho pessoal são condições para uma prática responsável. O artigo Mandalas e Autocuidado traz reflexões sobre o cuidado de quem cuida.


Profissionais reunidos em círculo, com mandalas sobre a mesa, em contexto de supervisão clínica.
A formação específica e a supervisão clínica são condições para o uso ético da mandala no processo terapêutico.

8. PERGUNTAS FREQUENTES

Arteterapia com mandalas é o mesmo que colorir mandalas?

Não. Colorir mandalas pode ser uma atividade recreativa com valor de bem-estar, mas a arteterapia exige enquadre clínico, profissional habilitado e processo de leitura simbólica. A diferença está no contexto e na condução, não no material.

A mandala substitui a psicoterapia verbal?

Não. A mandala é um recurso complementar. Ela pode facilitar a expressão e o acesso a conteúdos, mas não substitui a psicoterapia baseada em evidências, a medicação ou outras intervenções indicadas por profissional.

A mandala tem respaldo científico?

Há estudos que investigam os efeitos da mandala sobre ansiedade, depressão e estresse, mas a qualidade da evidência é limitada. Os resultados são promissores em contextos específicos, mas não permitem afirmar que a mandala seja superior a outras formas de expressão ou que produza efeitos duradouros.

Qualquer psicólogo pode usar mandalas na clínica?

O uso da mandala como recurso terapêutico deve estar dentro do escopo de prática e da formação do profissional. Idealmente, o terapeuta deve ter formação específica em arteterapia ou em técnicas expressivas, além de supervisão clínica.

A mandala é indicada para crianças?

Sim, com adaptações. Crianças podem se beneficiar da estrutura circular para expressar emoções e organizar a experiência. O terapeuta deve ajustar o convite à idade e ao momento do desenvolvimento. O artigo Mandalas e Desenvolvimento Infantil aprofunda o tema.

A mandala pode ser usada em grupo?

Sim. Grupos terapêuticos com mandalas são uma modalidade consolidada. A produção individual em contexto grupal permite a circulação de afetos e o reconhecimento de experiências compartilhadas.

Como o terapeuta deve interpretar a mandala?

O terapeuta não deve interpretar a mandala como um oráculo. A leitura simbólica é conduzida pelo paciente, com o terapeuta acompanhando o processo por meio de perguntas abertas sobre cores, formas e sensações.

Existe contraindicação?

Não há contraindicação absoluta conhecida para a prática de desenhar ou colorir mandalas. No entanto, em quadros de trauma agudo ou crise psíquica intensa, a atividade deve ser introduzida com cautela e adaptada ao estado do paciente.

Preciso saber desenhar para fazer arteterapia com mandalas?

Não. A arteterapia não exige habilidade artística. O foco está no processo expressivo, não no produto estético. O paciente não precisa “desenhar bem” para se beneficiar.

Qual a diferença entre mandalaterapia e arteterapia com mandalas?

“Mandalaterapia” é um termo usado por algumas formações livres para designar o uso de mandalas com finalidade terapêutica. A arteterapia com mandalas é uma prática clínica conduzida por profissional habilitado, com enquadre e supervisão. A distinção é importante para evitar confusão entre prática clínica e atividade de bem-estar.

9. CONCLUSÃO

A arteterapia com mandalas é um recurso clínico que combina a tradição simbólica da forma circular com a prática expressiva contemporânea. Suas raízes estão em Jung e em Nise da Silveira, e sua aplicação exige formação, enquadre e supervisão. A pesquisa científica, embora limitada, sustenta seu uso como recurso complementar em contextos específicos — nunca como substituto de tratamento.

Para o profissional que deseja incorporar a mandala ao seu trabalho, o caminho passa pela formação específica, pela supervisão e pelo compromisso ético. Para o leitor que busca compreender melhor essa prática, o blog oferece um percurso que vai dos fundamentos históricos às aplicações clínicas. O artigo Os Benefícios das Mandalas para a Saúde Mental conecta esta dimensão terapêutica ao cluster de saúde mental do blog.

Sobre este artigo:
Autoria: O Segredo das Mandalas.
Nota editorial: Este artigo apresenta uma síntese informativa sobre arteterapia com mandalas, baseada em literatura acadêmica e em tradições clínicas reconhecidas. As evidências citadas têm limites e não comprovam efeitos terapêuticos universais.
Base editorial: A seção histórica apoia-se em estudos sobre Jung, Nise da Silveira e a tradição da arteterapia. A seção científica apoia-se em revisões sistemáticas e metanálises sobre intervenções com mandalas. A seção prática apoia-se em orientações de enquadre clínico e ética profissional.
Critério editorial: O artigo diferencia evidência científica, interpretação simbólica e orientação prática, deixando claro quando uma afirmação se baseia em estudo e quando pertence ao campo da experiência clínica.
Aviso: Este conteúdo tem caráter educativo e informativo. Não substitui avaliação, diagnóstico ou acompanhamento profissional de saúde ou psicologia.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

AMENDOEIRA, I. Nise Magalhães da Silveira (1905–1999). American Journal of Psychiatry, v. 163, n. 8, p. 1348, 2006.

JUNG, C. G. Memórias, Sonhos, Reflexões. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2001.

KIM, S.; LEE, J. The effects of mandala group art therapy on bereaved college students: An exploratory study. The Arts in Psychotherapy, v. 94, 2025.

LIU, L.; HU, H.; XU, J.; LIU, Y. Mandala-based art interventions for anxiety and depressive symptoms in middle-aged and older adults: a systematic review and meta-analysis. Frontiers in Psychology, v. 17, artigo 1877910, 2026.

PEHLIVAN, S.; DALLI, Ö. E. The effectiveness of mandala coloring on the psychological and physiological symptoms in adult hospitalized patients: a meta-analysis. BMC Complementary Medicine and Therapies, v. 26, artigo 220, 2026.

RAFFAELLI, R. Arteterapia: a arte como instrumento no trabalho do psicólogo. São Paulo: Summus, 2009.

SILVEIRA, N. Imagens do Inconsciente. 4. ed. Brasília: Alhambra, 1981.

Nenhum comentário: